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Ano 2, mês 10

December 26, 2013
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Esse foi um mês mais tranquilo. Festejamos o meu aniversário em casa e com os amigos. Depois de muito tempo, voltamos pro cinema pra ver três filmes de diferentes categorias e gostamos de todos. La vie d’Adèle, francês que fala sobre a descoberta do amor e, óbvio, conta a vida da personagem; Gabrielle, quebeca que também fala de amor e está na corrida pra concorrer ao Oscar; e Les Pirates – Bande de Nuls, animação britânica do mesmo estúdio que fez Wallace and Gromit.

Passamos por mais um Halloween com direito a trabalhar fantasiado. Terminei minha temporada de bicicleta e numa das últimas pedaladas, uma surpresa: encontrei uma raposa tentando brincar com um cachorro no parque que eu passava todos os dias.

Depois foi só esperar a neve chegar.

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Halloween

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Halloween

 

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Últimas pedaladas

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Raposa no parque

Video da raposa

Ano 2, mês 9

December 19, 2013
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Esse post também vem com atraso, então serei o mais breve possível.

O outono bateu na nossa porta, então fomos pros parques ver o espetáculo das folhas coloridas que é um dos mais famosos símbolos do Canadá. Fomos até o Parc National do Mont-Orford pra fazer um hiking e ver de cima “les couleurs d’automne”. A trilha foi tranquila e com vários mirantes com vistas de tirar o fôlego. Pausa pro almoço e pra admirar a beleza da natureza desse país!

Como alugamos o carro pro fim de semana, no dia seguinte aproveitamos pra ir no Parc National de la Yamaska. Trilha bem plana, mas de 20 km em torno do lago. Mais e mais folhas coloridas pra nos deixar com vontade de voltar. A promessa é de revisitar o parque no inverno.

Pra aproveitar o Pop Montréal, fomos ver o show das nossas cantoras preferidas “Les Soeurs Boulay”. Show bem intimista, praticamente do lado delas e por um preço bem acessível.

O grande evento do mês foi a visita do nosso amigo Guilherme. Já é a segunda vez que ele vem pra cá e tentamos conhecer lugares diferentes, mas também repetir os que ele já tinha gostado. Aproveitamos o feriado de ação de graças pra visitar o Parc National de la Jacques-Cartier, fazer uns hikings, queimar calorias e fotografar alces! Levei ele pra comer o melhor brownie do mundo, tomar um brunch no La Bête à Pain e também pra ver Les Jardins de Lumière. A visita foi rápida e já deixa saudades. Agora estamos esperando nossos próximos visitantes. Quem será? :)

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Parc National du Mont-Orford

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Parc National du Mont-Orford

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Parc National du Mont-Orford

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Parc National du Mont-Orford

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Parc National de la Yamaska

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Parc National de la Yamaska

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Parc National de la Yamaska

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Les Soeurs Boulay

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Parc National de la Jacques-Cartier

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Parc National de la Jacques-Cartier

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Parc National de la Jacques-Cartier

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Parc National de la Jacques-Cartier

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Parc National de la Jacques-Cartier

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Pedalando até o brownie

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O melhor brownie do mundo

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Brunch gourmet

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Jardins de lumière

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Jardins de lumière

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Jardins de lumière

Mais fotos do Parc National du Mont-Orford
Mais fotos do Parc National de la Yamaska
Mais fotos do Parc National de la Jacques-Cartier
Mais fotos dos Jardins de Lumière

Ano 2, mês 8

December 9, 2013
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Sim, estamos vivos e muito bem, diga-se de passagem. A falta de posts foi por causa do nosso curso de comunicação oral na UQÀM, que durou 11 semanas. O pouco tempo que nos restava era pro lazer e o blog ficou um pouco de lado. Mas vamos lá tentar fazer uma retrospectiva do oitavo mês do nosso segundo ano em Montreal.

Nosso curso de francês era de 3h, 3x por semana e foi muito bom pra aprender mais sobre as expressões quebecas e compreender mais os habitantes do lugar que escolhemos como nossa casa. O professor é muito bom e super motivado e isso nos fazia ter vontade de ir pra aula, mas nossos dias eram longos e a gente ficava bem cansado. Mesmo assim vale a pena e depois de ter terminado a primeira sessão, devemos fazer a segunda sessão um pouco mais pra frente.

Fizemos uma pedalada até o Parc des Mille Îles e no meio do caminho descobrimos o melhor brownie do mundo. Lá no parque aproveitamos o dia de calor e remamos entre as mil ilhas e os gansos canadenses.

Nos apaixonamos novamente por Montreal em dois momentos: num domingo de sol e céu azul, no Belvedère Kondiaronk, um chinês virtuoso tocava músicas clássicas no piano enquanto um grupo fazia tai chi chuan. Imagem surreal que ficou na nossa cabeça. Depois, saímos pra jantar pra comemorarmos nosso aniversário de casamento e pela primeira vez fomos até o mesmo mirante à noite. Céu limpo e lua cheia… Deu no que deu…

Agora estamos aproveitando nossa nova lua de mel com Montreal! :)

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Vista da UQÀM

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Remando

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Uma das mil ilhas

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No meio do caminho tinha um graffiti

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O melhor brownie do mundo

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Chinês pianista

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Quatro anos de casados! <3

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Montreal e a lua :)

(des)emprego dos sonhos

November 20, 2013
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(Senta que lá vem história… é isso que acontece quando eu passo muito tempo sem escrever! Reli uns posts antigos aqui no blog e fiquei com vontade de registrar um pouco do que está acontecendo pra poder reler daqui uns anos.)

Esse não é um post de fotos do mês. É um post sobre uma imigrante que tinha um emprego dos sonhos. Ou melhor, ela tinha o sonho de um emprego dos sonhos…

Eu nunca escrevi muitos detalhes sobre como acabei indo trabalhar em uma fazenda urbana em cima de um prédio. O resumo (não tão resumido assim) é mais ou menos o seguinte :

Ainda no Brasil, tentando manter minha sanidade mental enquanto esperava o fim do processo de imigração, assisti um programa québecois na internet que falava de ecologia e mostrava a fantástica ideia de um jovem empreendedor que tinha construido a primeira estufa comercial sobre um teto no mundo, mais precisamente num pedacinho do mundo chamado Montreal. Sonhando com uma nova vida, onde eu trabalharia por meus ideais e não por dinheiro, eu pensei «que sonho trabalhar numa empresa como essa!».

Eu tinha decidido parar de mandar CVs até chegar em Montreal, até mesmo porque, minhas tentativas não tinham rendido nem um misero e-mail de agradecimento. Mas quando vi a tal fazenda, o coração me disse que eu devia mandar. Eles tinham uma vaga de ajudante de estufa, trabalho braçal, colher tomates e tudo mais, mas quem se importa? Se é pra mudar de vida, que seja em algo que eu acredito! Caprichei em um carta de apresentação como nunca tinha feito antes, anexei meu melhor CV em francês e… nada!

Uns 3 meses se passaram, quando recebi um e-mail do presidente da empresa me perguntando se eu me interessava por uma vaga em vendas. Eu odeio vendas, mas é claro que disse que sim! E imigrante em inicio de carreira lá pode escolher onde quer trabalhar e o que vai fazer? Ele queria marcar uma entrevista e eu disse que só chegaria no final de janeiro. Mais algumas semanas de silencio e ele me responde que a vaga tinha sido preenchida, mas queria me conhecer mesmo assim. E lá estava eu, pré-imigrante satisfeita com uma entrevista marcada antes mesmo de pisar no Québec.

Contratada e desiludida. Descobri em poucos dias que aquilo era apenas mais um emprego. Eu tinha criado uma visão romatica da coisa… no fundo no fundo estavamos todos lá com um grande objetivo em comum : tornar mais rico o dono da empresa. Sim, uma empresa com fins lucrativos explorando uma tendencia do mercado e não uma ONG que quer mudar o mundo. Até aí, nada demais, o grande problema foi mesmo a expectativa que eu criei.

O dono da empresa é um capitulo à parte e eu me prometi não me extender sobre o assunto pro texto não ficar cheio de energias negativas. Digamos que por motivos culturais ou simplesmente porque o dinheiro é a religião dele, a gente não se entendeu direito desde o começo. Eu, que fui contratada para ser sua assistente, comecei a ter sérios problemas para trabalhar com ele. Aquela coisa que acontece quando o santo não bate. Não batia mesmo e eu comecei a procurar outro emprego 3 meses depois de começar. Fait que, ele descobriu que eu estava procurando e tivemos uma conversa, onde ele me rebaixou mais que coco do cavalo do bandido e no final me deu as chaves do seu chalé nas montanhas e do carro do seu irmão que estava viajando para eu passar o fim de semana. Fofo, não?

Voltando do feriado e sem saber o que seria de mim, ele me chama pra conversar e me oferece uma promoção. Salario maior e não mais trabalhando diretamente com ele, as coisas ficaram melhores. E foi assim durante 1 ano e meio, em que eu fazia um trabalho que, se não era extremamente motivador, também não era ruim. Aprendi muitas coisas e desenvolvi habilidades, e no final das contas, se fosse pra dar dinheiro para alguém, pelo menos eu estava feliz porque acreditava no produto final da empresa. Meu trabalho lá teve muitos altos e baixos, incluindo alguns aumentos de salário dos quais não posso reclamar. Também não posso reclamar das pessoas que trabalharam comigo, uma equipe de pessoas novas, mas super esforçadas, que acreditam no projeto e trabalham forte por isso.

Mas eu não estava nada feliz. Tinha entrado em conflito com o dono de novo algumas vezes e ele estava me testando muito. Eu estava estressada, com muito ódio dentro do meu coraçãozinho e isso não faz bem. Sem coragem de pedir as contas – porque afinal, imigrante precisa manter o nível de conforto financeiro conquistado – eu estava procurando emprego, mandando CVs aqui e ali, sem muito sucesso.

Foi quando, numa tarde cinzenta de segunda-feira, fui chamada e informada que estava sendo demitida por motivos financeiros. Eu nunca tinha sido demitida e achei que seria algo mais difícil, mas não. Foi bem fácil e eu percebi quanto peso eu vinha carregando há tanto tempo sem me dar conta. Fiquei mais leve. Cheguei a ficar feliz. Oui, o governo ia me pagar 55% do meu salário pra eu ficar em casa procurando emprego, assando bolos e repensando o sentido da vida. Era o que eu precisava!

Mas a vida não quis que minha carreira de dona de casa decolasse. O meu acordo de demissão incluia 3 semanas de salário, mesmo se eu tinha parado de trabalhar no dia seguinte. E exatamente no último dia dessas 3 semanas, consegui um novo emprego. Eu agora estou trabalhando há 1 semana como «conseillère marketing» em um orgão paragovernamental que dá consultoria para empresas sem fins lucrativos com alguma missão social ou ecológica e que se beneficiam de vários subsídios do governo.

Ainda não entendi muito bem como vai ser o meu dia-a-dia e fico me perguntando se eu tenho a experiência necessária para fazer o trabalho. Só sei que o ritmo é bem diferente : 35h por semana, tudo com muita calma e bom humor. As pessoas são simpaticas e estão me ajudando bastante. E, apesar do horário oficial ser das 9h às 17h, por 3 vezes eu fui «expulsa» do escritorio às 16h30 porque «é sexta feira» ou porque «chega por hoje». No melhor estilo funcionário público.

Trabalhar ajudando empresas que querem fazer o bem, com um salário maior para menos horas por semana e que vai dar uma boa reforçada no meu CV. Se esse é um emprego dos sonhos, o tempo vai dizer e eu volto aqui para escrever sobre isso. Por enquanto, eu continuo esperando alguém vir me falar que é pegadinha…

MTL à vélo

September 17, 2013
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FOTOGRAFIA – A paixão pela foto vem de longe. Meu pai sempre tinha uma câmera fotográfica pra registrar os momentos importantes da família. Isso passou pros meus irmãos e também pra mim. Durante a faculdade, o interesse aumentou e desde então nunca mais larguei a câmera (e agora o iPhone também).

MONTREAL – Desde a primeira vez que estivemos em Montreal, nos surpreendemos com a quantidade de ciclistas pela cidade. De todas as idades e estilos, eles usam a bicicleta como meio de transporte nos meses em que o frio não é tão intenso. Existem até os que se aventuram a pedalar durante o inverno. Dizem que Montreal é a capital da bicicleta na América do Norte e eu assino em baixo.

BICICLETA – Pra mim sempre foi diversão, esporte e meio de transporte. Mesmo em São Paulo, nunca deixei de pedalar. Me mudar pra cá, foi como me mudar para uma enorme ciclovia. Calculando só os deslocamentos pra ir trabalhar, rodo uma média de 4.750 km/ano e segundo o meu aplicativo, deixo de emitir 1.400 kg de gás carbônico por ano. Isso é bom pra saúde e bom pro meio ambiente.

PESSOAS – É verdade que no Brasil temos uma grande diversidade de povos, mas Montreal é um mini mundo. É como se tivéssemos todos os países numa cidade só. É tanta diversidade de pessoas que achei que valia a pena o registro.

Foi assim que nasceu MTL à vélo, um projeto fotográfico sobre pessoas, bicicletas e Montreal. :)

Espero que gostem! Convido todos a visitarem o blog e também a curtirem a página no Facebook.

Laura

Nicolas

Kaho

Viêt

Gabrielle

Mike

Ano 2, mês 7

August 31, 2013
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O verão está terminando e é por isso é bom aproveitar o que resta dele.

O mês começou zen. Participamos do evento Lolë White Yoga e fizemos uma sessão com centenas de yogis lá no Parc Olympique. Mantras e boas vibrações para um mundo mais tranquilo e cheio de paz! :)

Os dias estão se encurtando pouco a pouco então, após o trabalho, íamos para algum parque, deitar na grama, ler nossos livros, fazer slackline e simplesmente relaxar.

Trabalhamos novamente no Comité Vert da Coupe Rogers. Encontramos com alguns amigos que também estavam lá no ano passado e tivemos o prazer de assistir aos dois melhores jogos do campeonato: as semi-finais entre os canadenses Raonic e Pospisil e entre Djokovic e Nadal. Além disso, pudemos ajudar a fazer o evento um pouco mais sustentável.

Depois de um bom tempo passando vontade, voltamos a escalar! Tiramos o pó do nosso equipamento e começamos a subir pelas paredes algumas vezes por mês. O centro de escalada se chama Zéro Gravité. É novinho, com um pessoal simpático e tem uma sala de yoga super bonita. Agora vamos treinar a força e o equilíbrio do corpo e da mente! :P

No meio do mês voltamos para o Parc Olympique pra assistir à um espetáculo da Orquestra Sinfônica de Montreal, regida pelo maestro Kent Nagano. Acesso à música clássica de graça, com um belo pôr do sol de brinde! :)

Agosto é a temporada de “bleuets” e procuramos uma fazenda orgânica para colher. Não achamos, mas acabamos indo na fazenda Métayer que não utilisa agrotóxicos, o que já é uma boa coisa. Depois de 40km pedalados, colhemos 3kg de bleuets e comemos mais 3kg no pé. Agora temos um estoque até o ano que vem! :D

E pra terminar, mais um bike-nique no Recré-o-Parc Sainte-Catherine, com direito a colocar os pés no Saint-Laurent, papo com os amigos e um encontro inusitado no meio do caminho. À tantôt! :)

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Owmmm…

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Namaste!

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The Casual Vacancy – J. K. Rowling

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Comment devenir un ange – Jean Barbe

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Coupe Rogers

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Go, Djokovic!

Olhando pra baixo…

Olhando pra cima!

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OSM no Parc Olympique

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Bleuets…

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E mais bleuets!

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Colhendo… :)

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Pés no Saint-Laurent

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<3

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Nosso encontro inusitado! :P

Melhorando o que é bom

August 18, 2013
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Dizem que Montreal é a capital dos ciclistas na América do Norte. Como ciclista e morador, posso dizer que a rede de ciclovias é bem estruturada e funciona muito bem. Normalmente a gente consegue ir de um lugar a outro rodando pelo menos 70% do caminho em ciclovias ou em ruas que são compartilhadas (os carros dão preferência às bicicletas e tem placas e o símbolo de uma bike no asfalto). Dos outros 30%, 20 são de ruas tranquilas e 10 de avenidas movimentadas (com a maioria dos motoristas respeitando os ciclistas). Parece bom, não?

A prefeitura de Montreal acha que não é o suficiente e que dá pra melhorar. Foi lançado há alguns meses um aplicativo chamado Mon RésoVélo. Esse aplicativo mapeia o trajeto de cada ciclista. Quanto mais pessoas usarem, mais informações sobre os deslocamentos a prefeitura vai ter. Com isso, ela consegue ver quais são as regiões que tem mais movimento e pode avaliar onde devem ser implementadas novas ciclovias. Quando sair algum resultado sobre isso, escrevo novamente. Link para baixar o aplicativo.

Outra boa notícia é que a Vélo Québec está tentando aprovar um projeto para a atualização das leis de trânsito para ciclistas. Isso inclui o direito de pedalar pelas calçadas embaixo de um viaduto que não tenha ciclovia (respeitando os pedestres, é claro), não precisar fazer uma parada total numa placa de “pare” (o ciclista poderia reduzir a velocidade e continuar, caso não tenha ninguém para atravessar) e também não ser multado por não ter todos os refletores caso o ciclista tenha luzes dianteiras e traseiras. É bom ter uma organização que defende os direitos de quem se desloca em duas rodas. :)

Também saiu um mapa que mostra os cruzamentos com mais acidentes na cidade. Isso ajuda os ciclistas a serem mais prudentes nessas intersecções.

Como nada nesse mundo é perfeito, em Montreal tem muito roubo de bicicleta. Para estacionar a sua bike por aqui, precisa ter um bom cadeado em U e prender sempre as rodas. Há pouco tempo foi criado um mapa onde as pessoas podem ver quais são os lugares com mais roubos e evitar deixar a magrela dando bobeira nessas áreas. Também criaram uma comunidade no Facebook onde as pessoas compartilham fotos das bicicletas roubadas e tentam recuperá-las. Não sei se isso dá resultado, mas me parece interessante.

E para terminar o post bem, fica aqui o video da pedalada que fizemos de Montreal até Val-David pelo P’tit Train du Nord, percurso clássico da Route Verte. Quem sabe no inverno a gente não volta pra fazer ski de fond. :)

P’tit Train du Nord from Flavio Chan on Vimeo.

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Le P’tit Train du Nord

O percurso

A altimetria do percurso

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Cycle Chic :)